A minha participação na prova!
Mais do que uma corrida, cada corrida na vida é um teste a nós mesmos, é uma batalha que travamos, não com os outros, mas dentro de nós.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Pelas veredas da Vila com o meu Garmin 305
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Imagens da XIX Meia Maratona de Lisboa 2009
Ao fim de alguns meses, venho eu a descobrir imagens da minha chegada na XIX Meia Maratona de Lisboa. A imagem não é a melhor do mundo, mas é de certeza uma ideia muito simpática que todos os atletas que nesta prova participaram acolhem com alegria e orgulho por mais uma recordação de tão grandiosa prova.
Este ano fiz 1:30:58 de chip e 1.31:54 de tempo oficial.
Depois de clicares no link, irá surgir uma nova página, página da Powerade. Para visualizares o momento que te interessa, escolhe na caixa abaixo o tempo pretendido e clica em Submeter.
Boas corridas a todos,
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Teste do Pé Molhado
Qual é o seu tipo de pé?


O esquema da Revista Contra-Relógio dá indicações para o Teste do Pé Molhado, uma forma simples de descobrir a fisionomia do pé (plano, normal ou cavo), principal determinante do tipo de pisada, e que deve ser do conhecimento do corredor, para que possa fazer uma escolha entre modelos que são tecnicamente mais recomendados para ele. A edição da CR igualmente destaca outros critérios que precisam ser levados em conta pelo comprador de ténis de corrida, alguns passíveis de verificação na hora da compra, como conforto, flexibilidade, peso e naturalmente o preço.
Boas compras e boas corridas,
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Safari(me) pela planície alentejana à antiga 2!
A esta hora, já sol desceu pelos abismos, mas ainda há uma pontinha de claridade. No fundo azul escuro há uns tons de laranja, esses tons de laranja são o verde da esperança para melhores dias que hão-de vir. Daqui avista-se o miradouro da Vila de Ourique e o mato circundante, ouvem-se vozes por lá, apenas murmúrios, e dizem que o milagre de Ourique vai acontecer de novo. Mas, ainda há mouros? Não me digam que lá vão eles rebolando pela ladeira abaixo...?
Gosto desta imagem porque me lembra e faz-me pensar que as pessoas são um pouco como esta árvore. Porque vezes demais as pessoas chegam ao fim do dia sós, desamparadas, sem ninguém para partilhar o dia que tiveram, os altos e baixos, sem ninguém para conversar onde realmente se fala e se é ouvido(a).
E sem estas trocas verdadeiras de energia, de sentidos e sentimentos, de conhecimento, um estranho vazio se vai apoderando de todos nós, algo que a mais moderna tecnologia não soluciona.
Hoje, estamos todos ligados mais do que nunca, MSN, telemóvel, auto-estradas, e-mail, eu sei lá o que vai por aí... e ao mesmo tempo estamos cada vez mais isolados, cada vez mais sós na nossa concha, numa espécie de casulo que a sociedade e nós próprios fabricamos.
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